Pular para o conteúdo principal

Postagens

Você mudou... Meus sentimentos

Eu estava deitada em minha cama, sonolenta demais pra levantar, sem sono o suficiente para dormir. Minha cabeça estava inquieta, cheia de pensamentos, e não lhe digo que eram bons.
Eu estava com raiva, desapontada, desanimada e chateada. Eu estava, de certa forma, decepcionada comigo mesma.
Eu me deixei levar pelos sentimentos, por toda a alegria que eu estava sentido e pelos momentos bons que passei ao lado dele. Me deixei criar esperanças, de que no fundo, esse seria meu "conto de fadas". Mas é claro, como todas as vezes, não foi e talvez nunca será.
Eu me apaixonei – novamente – provavelmente por alguém que não sentiu o mesmo. Mas o engraçado é, que se você levar em consideração as conversas, os assuntos, os olhares, os beijos e etc, não parecia que eu ia quebrar a cara novamente.
Se realmente quer saber, eu senti algo diferente por essa pessoa. O toque foi diferente, foi tudo diferente. Mas talvez – apenas um grande talvez inexato – o medo tenha prevalecido.
Eu sei que, …

Basta!

Algumas vezes, em nossa vida, precisamos deixar coisas de lado. Deixar o passado no passado. Focar em nosso presente e não se estressar com o futuro. Somos tão jovens, temos tempo, então aproveite.

Uma vez, ouvi que se existisse um remédio para apagar as memórias ruins, seria ótimo. Eu ri da situação, por quê? Porque, se esquecermos as más lembranças, guardaríamos as lições? Aquelas dolorosas, que pareceram arrancar nossa vida por um segundo, nós lembraríamos? Mesmo que pareça algo ruim e possivelmente, carregaremos essa dor através de toda nossa existência, a lição sempre estará em nossa mente. Como um lembrete. Deixar coisas para trás, lá no passado, muitas vezes nos livra de carregar um fardo muito mais pesado. O arrependimento. Aquele peso, que muda nosso humor e até mesmo nosso jeito de andar.

No dia de hoje, eu disse não. Parei, olhei para dentro de mim e decidi não seguir em frente. Por um dia ou no máximo dois, eu considerei cometer erros, em fazer uma grande besteira, em dizer…

Letras miúdas

Quantas vezes seu coração foi rasgado, dilacerado e mesmo assim continuou batendo? Mesmo sangrando violentamente? Se você já sentiu essa sensação, você sabe o que sinto. Não apenas neste momento, mas há muito tempo. O que estou a escrever aqui, talvez você se identifique ou não, mas não importa. O que importa são as lições obtidas.

Algumas pessoas nos incentivam a melhorar, a serem corajosas. Até mesmo arrisco a dizer que elas, nos incentivam a amar. A romper nossos medos, ir atrás do que queremos. Nos enchem de coragem, de força, de vontade. Porém, quando tomamos coragem, coisas irônicas acontecem. Uma delas é a desistência da outra pessoa. Ela nos incentivou a abrir nosso peito e tomar as pancadas da vida, certo? Mas adivinhe só, ela mesma se tornou uma pancada. Essa mesma pessoa recuou e bateu forte em nosso peito, foi quem deu a primeira pancada, quem primeiro dilacerou parte do coração. Sabe aquela história de incentivo “Vai, arrisca, se apaixona”? Elas nunca disseram, não de ma…

Como?

Como sabemos quando é amor?

Quando o toque da pessoa amada parece incendiar seu corpo? Quando olhamos no fundo de seus olhos e ali encontramos nosso lar? Ou quando estamos dispostos a fazer de tudo por ela, até mesmo arriscar sua vida?

Eu entendo de paixões, daquelas arrebatadoras, que te fazem escrever sobre a pessoa amada. Mas, em questão de tempo, todo o sentimento desaparece. O que é o amor? Eu não posso lhe dizer, pois nunca fui agraciada com tal sentimento.

Desde que me conheço por gente, sempre adorei ler romances antigos, baseados em tempos antigos, medievais. Aquele romance, a paixão, o sentimento expresso ali me era tão encantador. Aos poucos, enquanto crescia, esse sentimento me parecia mais utopia do que Papai Noel. Na verdade, passei a acreditar que o amor é na verdade, o Papai Noel dos adultos. É como um incentivo, algo que nos faz acreditar na humanidade, para que não percamos a fé na bondade, na gentileza ou até mesmo em si.

Eu sempre desejei amar alguém, com todas as min…

...

Hoje eu não consegui levantar da cama nem mesmo para comer. Disse para meus pais e mais algumas pessoas várias vezes que estava bem. Mas eu não estou. Eu me sinto perdida, deslocada, sozinha.
Sinto falta de algo, como se houvesse perdido algo, mas eu não sei o que é.
Eu me sinto desmotivada a caminhar ou correr como sempre gostei. Não consigo escrever nada além de coisas realmente tristes ou sobre perda. Não consigo sonhar, nem mesmo ter pesadelos. Não sinto fome, como realmente por obrigação. Grande parte do tempo estou ansiosa, nervosa ou irritada. Fico facilmente entediada. Ouvir música não é mais tão prazeroso, assim como ver seriados ou filmes.
Tentei me distrair jogando. Joguei vários jogos e nada me fez nem ao menos ficar distraida.
Desde criança, eu sempre fui muito intensa em relação aos meus sentimentos. Nunca soube como sentí-los ou expressá-los, mas eles sempre estiveram ali.
Ao decorrer do crescimento, aconteceram algumas tragédias em minha vida. Eu não vou esconder de vo…

Caminhos

Eu nunca entendi bem sobre sentimentos e como eu os sentia. Nunca entendi o processo de gostar, apaixonar e amar. Sempre foi tudo muito complicado e estranho para mim. Há algum tempo eu tenho alguém na minha vida. Alguém que me faz bem, que cuida de mim e se importa grandemente com meu futuro, além de ver um grande potencial em mim, que eu mesma não vejo.

Nesses poucos meses que estamos juntos, eu me sinto diferente em relação a muita coisa. Minha percepção sobre o mundo mudou, assim como a visão que eu tinha sobre relacionamentos. Ele me mudou como eu nunca me imaginaria mudando. É algo estranho, diferente.
Muitas vezes nós conversamos e eu sempre o questionei "O que você faz comigo?". Ele ou eu nunca soubemos responder esta pergunta, mas agora entendo o que ele faz comigo: ele me muda. Me faz querer ser alguém melhor. Alguém que tenta cuidar do seu psicológico e crises. Alguém que deseja cada vez mais e principalmente, alguém que re-aprendeu o que é um relacionamento.

E…

Medo

O medo comeu minhas entranhas. Arranhou minha alma e rasgou meu coração. Este medo engoliu minhas esperanças e sonhos, pelo simples fato de não tentar.
Quantos dias você vai deixar o medo lhe roubar? Quantos sonhos vai deixar ele tragar? Quantas vidas ele pode te roubar?
O medo é um sentimento abstrato baixo. Mas que muitas vezes toma formas físicas bobas. O medo é o fantasma que negamos enxergar e talvez pior, negamos carregar.
É algo tão bizarro, que nos impede de dizer o que sentimos, o que queremos. O medo engole palavras e come a nossa língua.
Ah medo, como pode ser um sentimento tão voraz, tão assassino? Como deixamos nos dominar por algo que nem ao menos podemos tocar? Ficamos paralisados, congelados.
Maldito seja o medo! Desde que foi criado até o último dia de seu reinado. Que possamos a cada dia batalhar mais e mais contra ele. Que possamos sorrir e ser feliz mesmo ante dificuldades extremas.
Que o medo se torne algo minúsculo, que possamos derrotá-lo, mas que nunca deixe de…