Segunda chance

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Sabe quando coisas muito ruins acontecem, e de certo modo passamos a desacreditar nas coisas boas? Bem, eu estava assim. Um relacionamento que se ruiu aos poucos, a perda de alguém que eu amava muito e era mais do que importante em minha vida, o desmoronamento da vida aos poucos. Eu estava quase acreditando que seria fadada ao sofrimento por muito tempo, a ficar sozinha, ou simplesmente no fato de nunca mais dar uma boa gargalhada.
A vida nem sempre te oferece uma segunda chance, mas e se for coisa de destino? Você deveria ter conhecido aquela pessoa, esbarrado na rua com ela, ter pego aquele táxi ou até mesmo, ter perdido um ônibus. A vida segue sempre nunca maneira engraçada, numa linha nada reta e sim bem tortuosa. Ela é sempre com altos e baixos, com risadas e choros.
A vida na verdade, ela é sempre surpreendente, mágica. Cada surpresa boa, ou as vezes, ruim. Mas cada coisa que acontece é porque deve acontecer. Eu poderia estar em outro lugar, mas estou aqui escrevendo esse texto, olhando para o relógio e pensando o porquê não consigo dormir cedo. Você pode estar em seu computador ou até mesmo segurando seu celular e lendo e pensando ‘’Às vezes eu me sinto assim mesmo.’’.

Uma coisa que aprendi muito bem hoje: algumas coisas ruins acontecem e quase nos cegam sobre a felicidade que existe. Mas quando a felicidade chega sem avisar, de surpresa mesmo, é aí que você sorri de verdade.
Você percebe que nem tudo são rosas, mas também espinhos.
E que estes espinhos não retiram o doce aroma da rosa; ou seja, as coisas ruins não retiram a alegria de se viver cada dia.
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