Estragar tudo.

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Não preciso necessariamente de uma sexta feira treze pra estragar tudo e desapontar todos ao meu redor.
Talvez nem um trevo de quatro folhas ou pé de coelho resolvam essa situação. Talvez seja carma, destino, como quiser chamar. Ou talvez a felicidade não quis bater a minha porta.
Tudo o que realmente preciso é do colo da minha melhor amiga e um enorme pote de sorvete.
Meu humor está horrível. Mas mesmo assim, preciso sorrir para estranhos todo dia no meu trabalho.
O fato engraçado de sorrir, é que ninguém sabe realmente como você está por dentro.
Estou dilacerada, quebrada. Mas ninguém percebe. Alguém faz uma piada, eu dou risada, alguém me dá um sorriso, sorrio de volta. Mas é tudo tão vazio. E pensar que há um tempo atrás eu tinha o melhor motivo de todos para sorrir e agora acabou. Se foi. Deixou-me.
Talvez seja o fuso horário, quem sabe? Viagens fazem isso com as pessoas.
Mas não, não é. Eu sei o que é, eu sei exatamente o que é! Mas não quero acreditar que seja isso. É horrível pensar nisso e me tortura ainda mais.
Eu na verdade, estaria bem se não fosse torturada pelo meus pensamentos a cada cinco minutos.
Escrever acaba sendo minha terapia enquanto não volto a dançar. Enquanto me esvazio por palavras soltas aqui, a alma sereniza, mas depois a mente me atormenta por mais longas e longas horas...
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