Diferente

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Hoje ao invés de sempre escrever no blog após acordar, resolvi pegar um livro aleatório em minha estante. Por ironia do destino, peguei um romance. Sim, ironia. Meu coração está partido, e dói cada vez que respiro. É como se tivesse uma faca cravada nele: se eu tirar posso morrer, mas se ela ficar ali dói. Então resolvi me adaptar a dor.
O mais engraçado é que a pessoa que o partiu nem imagina que o fez. É estranho esse negocio de coração partido. Quantas vezes partimos e nos deixamos ser partidos apenas por que queremos acreditar no amor? E quantas vezes um coração pode ser dilacerado e ainda continuar batendo? (Crepúsculo)
Acho que ler um romance vai me fazer bem. Dar uma esperança ao coração. Fazê-lo entender que por mais que dilacerem ele, ele pode se curar e amar novamente. A única coisa realmente difícil é criar forças para isso. É como dizem: não se é forte, até que sua única opção seja ser.
O livro fala de um romance eterno, mas eu não acredito na eternidade. Até o tempo tem lá suas 'bipolaridades' então como acreditar em algo abstrato como o amor? Ou como a eternidade?
É, são coisas bobas, contos de fadas para
adultos. Papai Noel de adultos.
O amor é como tudo isso, acreditamos, mas no fim descobriremos que era apenas uma pessoa mentindo para nós...
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