Poema da madrugada.

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O tempo se vai como a areia
e a verdade corre em minhas veias.
Não sei mais para onde fugir,
e sua lembrança só sabe me auto iludir.

A realidade me choca e destrói,
todo aquele mundo que minha insanidade em vão constrói.
Me deixe ir embora deste lugar
que você insiste chamar de lar.

Quero acabar com a dor
destruir o coração delator.
E toda vida deve acabar,
mas não sem amar.
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