Grande poeta.

, , No Comments

Ele entrara na taverna gritando como um louco. Devia estar possuído pelo ópio. Pediu uma dose ao garçom, o qual recusou a lhe servir. Então ele lhe pergunta: 
- Por que me negas a bebida homem? 
- Não lhe darei uma gota de álcool até que pague sua divida! 
- Oh, é dinheiro que você quer cérebro de ostra, pois bem aqui está. – joga algumas moedas em cima da mesa molhada de whisky. 
- Suas miseras moedas não servem para nada poeta! 
Poe se dirige ao centro da taverna e começa a gritar: 
- Não ouse proferir tamanha palavra com sua boca imunda. Eu sou o maior poeta americano já visto em Baltimore. 
- Ah é? E como nunca ouvi falar de um poema se quer seu? 
- Como não seu ogro? Ouviste sobre tal corvo? Pois então, ele saiu da minha mais louca mente. Qualquer homem aqui dentro desta taverna que completar a frase ganhara uma bebida minha. “E o corvo disse?” 
- Fora! De minha autoria – gritou e gargalhou um sujeito de aspecto grotesco ao fundo. 
- Ora, venha dizer isso onde eu posso vê-lo! 
O sujeito grotesco era um simples marinheiro e de nada sabia, mas uma coisa ele entendia muito bem: brigar. Era a especialidade dele. James era seu nome. Apenas conhecia a arte da luta e de nós e era apaixonado pelo mar. Poe tentou se mantiver em pé, segurado por dois homens, enquanto o outro era segurado por cinco homens, pequenos perto daquele ogro.  
Então no meio de toda aquela baderna um rapaz grita: 
- Nunca mais! Nunca mais é o que o corvo diz Sr. Poe. É um de meus poemas prediletos. 
- Ouviram, este pequeno jovem é apreciador de meus contos e poemas. Bendito seja você meu jovem, venha. Sirva-se de uma dose de whisky.

 ~ A garota de preto.
Postar um comentário